quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Transformação - Autor desconhecido

O colunista Sydney Harris (EUA) acompanhava um amigo à banca de jornal.

O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Sydney sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.

Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:

- Ele sempre te trata com tanta grosseria?

- Sim, infelizmente é sempre assim.

- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?

- Sim, sou.

- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?

- Porque não quero que ele decida como eu devo agir. Nós somos nossos "próprios donos". Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros. Não são os ambientes que nos transformam, e sim nós que transformamos os ambientes!

Árabes e persas

Sobre as críticas à visita de Ahmadinejad : “Não estou preocupado com judeus e árabes”, desdenha Lula. ”Estou preocupado com a relação do Estado brasileiro com o Estado iraniano”.

O presidente acha que está recebendo um amigo árabe. Como quem não quer nada e aplicando um bom tapinha nas costas, é preciso ensinar ao Lula essa grande diferença. Afinal, não sabe sequer que os nativos do Irã são persas.

Bons Modos...

"Lobão, que porra é essa? Vou pra casa dormir, mas meu celular vai ficar ligado!" - Lula, surpreendido pelo apagão na companhia de Lobão, ministro de Minas e Energia.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Kit de sobrevivência

Para sobreviver aos próximos "eventos" atmosféricos que certamente nos atingirão, junto com todas as mentiras e armadilhas desse governo, providencie:

lanterna
rádio de pilha
velas
pilhas reservas
sal para conservar as carnes
leque para suportar o calor
Ter um telefone com fio que não dependa de eletricidade para funcionar. Mesmo assim pode ser que não seja possível completar uma ligação
manter sempre a cisterna cheia (para quem mora em casa). Quando falta luz, falta água. Mesmo sem poder usar a bomba, pelo menos dá pra pegar água no balde
manter os celulares sempre carregados
conservar alguns mantimentos para o caso de dificuldade em sair de casa

Em outras palavras, é melhor aprendermos a sobreviver desde já, em condições adversas, no desconforto. E o brasileiro vai ter que aprender na marra que diversão não é prioridade. Vai ter que aprender a prever e planejar. Vai ter que aprender a fazer manutenção e não ter pena de gastar nela. Vai ter que deixar de ser relaxado. O governo mente, inclusive em relação ao fato de que todos os hospitais possuem geradores. Estamos sujeitos a qualquer coisa. A infra-estrutura do país é absolutamente precária. Há muito por fazer. Com esse apagão, vi muitos egos rolarem por aí. Quantas fragilidades expostas....Nada como um apagão inesperado para fazer pensar e reeducar...Enquanto isso, o governo engana os aposentados....

Mundo Moderno por Glorinha Beuttenmuller

Os indivíduos de hoje não se olham e todos gritam. Estamos em uma época de velocidade e as pessoas querem falar sem se olhar. Sem o olhar não há comunicação. É preciso saber olhar, ver e enxergar. Se você olha, toma conhecimento. Se você vê, toma consciência. Se você enxerga, tem convicção. Então você fala certo. O problema é que no mundo de hoje não há mais tempo para prestar atenção a determinadas coisas que são importantes. Como, por exemplo, ouvir o que o outro fala.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Cestinha...

Tem um monte de coisas pequenas que apesar do tamanho, são uma chatice só. Por exemplo, entrar numa farmácia e ser abordada por uma atendente com aquela cestinha....Mesmo quando a gente já está se dirigindo ao caixa com um único produto, ainda assim elas insistem...É cada uma!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O valor das coisas (texto de Lena Gino)

Quanto vale o seu patrimônio?
Anos de trabalho suado?
Incontáveis férias sem sair de casa?
Intermináveis noites sem dormir?

Admiro as pessoas que trabalham duro pra vencer na vida.
Mas desconfio de quem abre mão da própria vida pra acumular coisas.
Eu disse acumular...
Que é diferente de ter.
Se você tem, espero que faça bom uso disso pra ser feliz.
Porque muita gente, em vez de possuir, é possuída.
Ter um carro lindo e esperar que ele jamais arranhe, amasse ou pegue chuva, é ficar escravo de um bem que foi construído para servir.
Ter louça boa e jamais sujá-las de molho é menosprezar o prazer de comer.
Usar as melhores roupas só em ocasiões especiais é descuidar da própria aparência.
Reservar os melhores lençóis do enxoval só para os hóspedes é fazer pouco do seu sono tão merecido...
Não importa o valor ou o tamanho do seu patrimônio.
Se você construiu, usufrua!
Passar a vida acumulando bens sem tirar proveito, transforma a sua passagem por aqui numa coisa morna e sem graça...
Que pode ser esquecida minutos depois que você partir.
Heranças devem passar de mão em mão gastas pelo uso...
Marcadas por lembranças felizes e repletas de emoção.
Tenha você o que tiver, use, compartilhe, divida com quem ama...
Ninguém leva nada pro túmulo.
Se quiser acumular alguma coisa, que seja amor.
Isso, sim, é bem que vale a pena preservar com cuidado...
Porque é a única coisa que e gente leva dessa vida.

sábado, 31 de outubro de 2009

Dalai Lama














Para você ser uma pessoa religiosa, você não precisa ter uma religião. Basta ter um bom coração. - Dalai Lama

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Salve Nelson Rodrigues















Eu me recuso absolutamente a ser de esquerda ou de direita. Eu sou um sujeito que defende ferozmente a sua solidão. Cheguei a essa atitude diante de duas coisas, lendo dois volumes sobre a guerra civil na História. Verifiquei então o óbvio ululante: de parte a parte todos eram canalhas. Rigorosamente todos. Eu não quero ser nem canalha de esquerda nem canalha da direita. - Nelson Rodrigues.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O que não se fala....

De toda a hipocrisia ao redor da violência no Rio, de tudo que não se fala, de tudo que não se faz, de jeito nenhum, como por exemplo, extinguir os chamados "centros sociais" mantidos por vereadores e deputados nas favelas, como instrumentos de troca de votos, ainda é muito surpreendente saber que a polícia do Rio tem de 400 a 500 policiais que servem de motorista para autoridades....!!!